
Santo São Paulo, são não!
Perdoai-os
pela falta de essência,
pelo senão.
Todos querem ser leminski
ao segurar
um copo de wiski
na mão.
Que dureza, paulo!
Não é à toa que seu nome
Foi parar numa pedreira.
Perdoai-os
pela falta de essência,
pelo senão.
Todos querem ser leminski
ao segurar
um copo de wiski
na mão.
Que dureza, paulo!
Não é à toa que seu nome
Foi parar numa pedreira.
Santo são paulo, são não!
Afoga meus devaneios poéticos,
não esquece do analgésico
e inunda meu desvão.
Porque canso
de retirar cacarecos
violas, pilhas, colchão.
Santo são paulo, são não!
Perdoai-nos pelo senão.
Perdoai-nos pelo senão.
PS: Este poema quando foi divulgado causou o fim de uma amizade. A pessoa esperou tanto que eu o escrevesse, que quando leu, nunca mais falou comigo.
C´est la vie!
Non en rose!

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